• Gigantomastia pelo SUS: Como Funciona a Cirurgia?

    Que muitas cirurgias são feitas pelo SUS você já sabe, muitas delas com o intuito de melhorar a auto estima e o psicológico das pessoas, visto que tem tamanha importância para melhorar sua relação com o mundo ao seu redor.

    A gigantomastia é um dos procedimentos realizados pelo SUS, que tem como principal objetivo o de diminuir as mamas, principalmente em casos que há um dano na coluna e dificuldade ortopédica.

    Veja aqui informações completas sobre o procedimento, como é realizado, quem pode fazer, cuidados necessários e muito mais. Fique por dentro.

    Gigantomastia pelo SUS: Como Funciona?

    Gigantomastia pelo SUS: Como Funciona?

    Por mais que o sonho da maioria das mulheres seja aumentar o tamanho das mamas, há muitas que recorrem a redução das mesmas, principalmente por razões psicológica e de saúde também. Gigantomastia é o termo utilizado nesse caso, sendo assim para definir as hipertrofias mamárias gigantes, ou seja, aquelas que possuem um tamanho maior do que o esperado.

    Estudos comprovados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, depois dos 35 anos as pacientes podem desenvolver sérios problemas na coluna. Quando acontece esse desenvolvimento de problemas de saúde pelo peso dos seios, é feito o tratamento por meio da redução das mesmas.

    Como é feita pelo SUS?

    Essa cirurgia só é feita pelo SUS quando é comprovado que o tamanho dos seios são desproporcionais ao da paciente, trazendo sérios riscos para a saúde, sendo o mais comum, problemas de coluna.

    Nesse caso, será necessário passar por uma avaliação médica, do qual a paciente passará por uma série de exames clínicos e psicológicos, sem contar demais exames para comprovar a necessidade do procedimento, e caso seja constatada a necessidade, será preciso entrar em uma lista de espera, que tem seu tempo variado conforme a demanda da região, principalmente para aquelas que não possuem a infraestrutura necessária, sendo assim, encaminhada para outro município que possa executar o procedimento com toda a segurança precisa.

    A cirurgia pode ser feita a partir dos 18 anos de idade, visto que é nesse momento que as mamas se encontram completamente desenvolvidas, onde a recuperação do procedimento costuma demorar mais ou menos um mês, sendo necessário utilizar sutiã 24 horas por dia.

    Como é feita a cirurgia de redução de mama?

    Como é feita a cirurgia de redução de mama?

    Antes que a cirurgia seja feita, o médico faz uma série de exames de sangue e mamografia, ajustando também uma dose de medicamentos como aspirina, anti inflamatórios e remédios naturais, tentando assim diminuir os sangramentos. É válido lembrar que a paciente não poderá fumar por pelo menos um mês depois da cirurgia.

    A cirurgia é realizada com anestesia geral, tem seu tempo médio de 2 horas, onde durante a operação o cirurgião irá:

    • Fazer cortes na mama para retirar o excesso de gordura, de tecido mamário e também de pele;
    • Reposicionar a mama e assim, diminui o tamanho da aréola do seio;
    • Fazer os pontos e utilizar cola cirúrgica para assim evitar maiores cicatrizes.

    Em sua maioria, as pacientes costumam ficar internadas por mais ou menos um dia para acompanhar o quadro, sendo que depois de estável, poderá ser liberada.

    Como é a recuperação?

    Depois que a cirurgia é feita, é comum sentir uma dor local, sendo importante utilizar sutiã com suporte adequado, seja de dia ou de noite, dormir apenas de barriga para cima e tomar todos os analgésicos indicados pelo médico, como é o caso do Paracetamol ou Tramadol.

    Os pontos costumam ser retirados depois de 8 até 15 dias da cirurgia, sendo que neste período de tempo, a paciente deve repousar, não mexer os braços e o tronco de forma desnecessária, não indo para à academia ou dirigir.

    Em muitos casos, a mulher poderá ficar com um dreno pelo tempo de 3 dias para drenar demais excessos de sangue e de fluido que possa vir a acumular posteriormente no organismo, evitando assim demais complicações como é o caso de infecções ou de seroma.

    Logo nos 6 primeiros meses depois da cirurgia ser realizada, é indicado que exercícios físicos sejam evitados, principalmente os mais pesados ou aqueles que utilizam muito os braços, como levantamento de peso ou musculação.

    A cirurgia pode deixar uma pequena cicatriz na região do corte, sendo que geralmente fica em torno da mama, mas, o tamanho da cicatriz pode variar de acordo com o tamanho do seio, além do processo realizado pelo cirurgião.

    Muitas cicatrizes têm o formato de “L” de “I” ou de “T” invertido.

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